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Em 02 de fevereiro de 1998, as empresas IBM e Norsam Technologies anunciavam a criação do novo formato de disco óptico HD-ROM, capaz de armazenar 165GB de dados.

O High-Density – Read Only Memory – HD-ROM (Memória Somente de Leitura – Alta Densidade ), foi uma proposta de tecnologia de armazenamento, criada em parceria pela IBM e Norsam Technologies, que chegava como promessa para ser a sucessora dos CD-ROM.

No lugar da luz LASER, comumente usada nos dispositivos de armazenamento óptico até então, o HD-ROM utilizava para leitura/gravação um feixe de partículas carregadas (íons) que tinha a largura de 50 nanômetros (um bilionésimo de metro ou milionésimo de milímetro), muito mais estreito que os 350nm usados nos DVD e dos 800nm dos CDs.

Algo como, tendo um “lápis” de ponta mais fina, ser possível escrever mais informações no mesmo pedaço de papel.

Isso tornava o HD-ROM capaz de armazenar, num disco com o mesmo tamanho de 12cm dos CDs, até 165 gigabytes de dados, podendo assim armazenar 235 vezes mais dados que um CD-ROM (700MB), 30 vezes mais que um DVD (4,7GB) e quase 7 vezes mais que os discos Blu-ray, que só viriam a ser lançados 8 anos depois.

Um assombro para a época!

Desenvolvido com a finalidade de armazenar grandes bancos de dados, era capaz de realizar operações de gravação à uma velocidade de 20 a 50 MB por segundo e leituras a 3 a 10 MB por segundo, o que faria dele um excelente substituto para os meios de arquivamento comumente utilizados, como as unidades de fita, com a vantagem de oferecer menores tempos de acesso e maior durabilidade.

Mas, por alguns dos mistérios insondáveis do mundo da tecnologia, o padrão desapareceu misteriosamente, sem nunca ter chegando ao mercado.


E você, saberia mencionar outras promessas tecnológicas extraordinárias que nunca chegaram a se tornar realidade?

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Como funcionam os discos ópticos?
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*As imagens utilizadas nesta postagem são meramente ilustrativas e foram obtidas da internet.


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