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Em 15 de julho de 1983, a Nintendo lançava no Japão o Nintendo Famicom, seu console de videogame de 8 bits.

E o Family Computer (Famicom), novo console de terceira geração da Nintendo [1], chegava “quebrando paradigmas”: foi ele o responsável por introduzir no mercado dos games a possibilidade de que “terceiros” pudessem fabricar jogos para uma plataforma, fato incomum até então.

Naquela época, a estratégia adotada pela maioria dos fabricantes de consoles era ter total controle sobre os jogos de suas plataformas, prática da qual a Atari [2] foi uma das precursoras. Contudo, essa foi exatamente uma das causas da sua falência quando a Activision [3] começou a produzir jogos para o console Atari 2600 [4] sem o seu aval ou controle.

Mas a Nintendo tinha sua forma própria de controlar a criação dos jogos: ela exigia exclusividade. Produtores de games para o Famicom não criavam jogos para outros consoles. Assim, ela podia também assegurar a qualidade dos games que “entravam” na plataforma.

Nintendo Famicom 2
Inúmeros acessórios foram criados para o console

Dois anos depois do Famicom japonês, uma versão redesenhada do console era lançada nos EUA e Europa, rebatizada como Nintendo Entertainment System (NES).

Junto com ele, que incluía no pacote o jogo Super Mario Bros, nascia a fama mundial dos carismáticos personagens Mario e Luigi. Uma febre!

Atribui-se também ao NES ter sido o responsável por revitalizar o mercado de games nestas regiões (e por que não dizermos no mundo), depois do “crash” do segmento em 1983. Podemos assim dizer, sem muita chance de errar, que o NES salvou a indústria dos games.

Foi um sucesso mundial vendendo, ao longo dos anos e até hoje, mais de 60 milhões de unidades (sem contar as piratas/clones).

Até o ano de 2010, era o console da Nintendo mais vendido, quando foi ultrapassado pelo Wii em unidades comercializadas.

Nintendo Famicom 3
Diversos “clones” surgiram aqui pelo Brasil

Como todo item de sucesso, é também um dos consoles mais clonados de todos os tempos.

Aqui no Brasil, o NES só daria as caras já no final dos anos 80, recebendo o carinhoso apelido de “Nintendinho”.

Fabricantes como a CCE, Dynacom, Gradiente, Dismac, Milmar, IBCT, dentre outros, tentaram surfar esta onda lançando seus próprios “clones” (leia-se “piratas”).

Uma versão “oficial” só seria lançada na terra tupiniquim em 1993, pela empresa Playtronic, devidamente licenciada pela Nintendo.

Em 1990 o NES foi substituído pelo novo console Super Nintendo Entertainment System, o SNES [5].

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Vídeo(s):

*legendas disponíveis nos controles do Youtube, na opção “Legendas/CC –> Traduzir automaticamente”.

Comerciais do Famicom da época
Os 100 melhores jogos NES de todos os tempos (parte 1)
Os 100 melhores jogos NES de todos os tempos (parte 2)
Comercial do Phantom System da Gradiente
Mais em:



*As imagens utilizadas nesta postagem são meramente ilustrativas e foram obtidas da internet.


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